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Pensador

Pensador

Revolta dos Bichos da Seda

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Olá a todos!
 
Há uns anos atrás vi, um filme que me fez pensar numa coisa de que nunca vocês se terão lembrado. Falo do filme "Starship Troopers" que me abriu perspectivas a um raciocínio bastante pertinente... 
Haverá o perigo dos insectos se tornarem gigantes ao ponto de nos quererem exterminar, e quererem dominar o nosso planeta? Existe sim! É um perigo real e nós nunca conseguiremos combater isso. No máximo podemos convencer o Fernando Mendes que é comida asiática, e ele irá abocanhar meia dúzia de gafanhotos de meia tonelada. Mas seria insuficiente. 
No filme "Marte Ataca", os humanos conseguiram exterminar os ET´s com uma música do Tom Jones, mas com insectos dos que temos cá, nem a Ana Malhoa nos safava... E o mais perigoso de tudo, é que nós de tão inocentes que somos, ainda damos abrigo, e usamos muitos destes bichos como animais de estimação! 
Reparem nos bichos da seda... Tão fofinhos que eles são, que até os alimentamos com as folhinhas que vamos buscar à rua, correndo o risco de subir uma árvore e cair logo de cabeça, poupando o trabalho de extermínio.  Devo dizer que os humanos são dotados de inteligência, mas ainda temos de ir buscar "papinha" a estes vermes... Afinal quem é que é inteligente e dominante? Pois é, e nunca ninguém viu este perigo. Podemos ter em uma ou duas caixas de sapatos, um exército em miniatura de bichos, até divididos em categorias militares, visto que estes bichos acabam por ganhar asas, e temos pela frente uma batalha maior do que qualquer filme algum dia nos mostrou. Para quem nos filmes, está habituado a ver o Bruce Willis salvar o mundo, relembro que furar um asteróide é simples e banal, quando comparado com debelar um enxame de libelinhas gigantes desvairadas. 
 
Bem hajam e sejam amigos do ambiente... "Esborrachem" os insectos!

Virtude no Meio... O Tanas

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Olá a todos!
 
Que existem ditados parvos, já todos nós sabemos... O que muitas vezes acontece, é que não nos debruçamos sobre esta temática. Vejamos... "No meio está a virtude"... O que se passa com quem se lembrou disto, é que a indecisão faz parte da sua vida, e arriscar não está nos planos de quem prefere o conforto de um mais ou menos... Para quê um copo meio cheio ou vazio, se o importante é haver copo não importa a quantidade de água? Depois destes raciocínios dignos dos livros de Filosofia, vamos então ao que realmente interessa. O trânsito que nos assola diariamente nas estradas que cruzam o nosso país.
 
Quem nunca fez uma viagem de três horas, sem sair da faixa central que atire a primeira pedra... Mas que a atire com toda a força, à "focinheira" de quem o faz diariamente! Não é por uma vez ou outra fazermos isso, que vem mal ao mundo obviamente. O verdadeiro problema, está nas pessoas que têm a seguinte postura ao volante: 
 
- Entrar no carro, não sem antes sacudir os tapetes, para não passar detritos para a sola dos "penantes";  
- Ajustar o espelho retrovisor, mesmo que este tenha sido ajustado após a última viagem, antes de se trancar o carro;  
- Ajustar a distância do banco aos pedais, de forma a encostar o peito ao volante e pensar que a buzinadela que entretanto acontece, é por contentamento do carro, e não por se ser uma besta merecedora de levar uma galheta já que se encostou a barriga ao volante;  
- Colocar o cinto de segurança antes de meter o carro a trabalhar, já que o solavanco do motor de arranque pode provocar uma deslocação na retina;  
- Depois de alguns minutos com o carro a trabalhar, já que o mecânico do bairro disse que isso seria o ideal, iniciar a marcha em velocidade moderada... Nunca superior a 20 Km/h;  
- Na aproximação a vias tais como IC´s ou IP´s, acelerar para os 30 Km/h, evitando manter-se muito tempo na faixa do lado direito. Neste momento ressalva-se que a besta normalmente pensa que as buzinadelas que ouve são para o congratular por acto tão corajoso como mudar de faixa evitando provocar acidentes;  
- Até ao destino desejado, manter a marcha na mesma faixa a uma velocidade nunca superior a 50 Km/h, aproveitando para observar a paisagem, as buzinadelas, ameaças, ofensas... É aqui que a besta se sente no auge da sua virilidade... Nada o atinge;  
- Chegar ao destino, e verificar travões, óleo, espelhos e nunca abandonar o veículo sem limpar o pó gerado pela marcha desenfreada de outros condutores ofensivos.  
 
Pois é caros amigos... Quem nunca apanhou uma pessoa assim ao volante que entre em contacto com as cadeias televisivas, pois será digno que reportagem alargada! Queria no entanto dizer-vos uma situação que também não se aconselha. Se calhar pior do que indivíduos destes ao volante, só mesmo aqueles que baseiam a sua condução nos primeiros jogos electrónicos portáteis. Para os que não se lembram, eram umas maquinetas que tinham jogos em que se andava para a esquerda e direita apenas, onde o objectivo era não bater contra algo... Juntando estes condutores aos primeiros, eram metê-los numa Bimby e fazer uma Bolonhesa!
 
Bem hajam e conduzam como gente civilizada... Apedrejando os que assim não o fizerem!

Minha Machadinha

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Olá a todos! 
 
Não vos vou falar da música infantil como estão certamente a pensar, pelo menos para já. Vamos focar-nos noutro ponto: Nos ataques do autoproclamado estado islâmico, sobretudo no ataque à machadada num comboio na Alemanha. As vítimas são basicamente chineses, e não existem mortos a lamentar. Caso houvessem, bastava um casal de chineses e meia hora livre e recuperava-se o número. Começo por dizer que um jovem de 17 anos armado com um machado, era capaz de levar duas ou três galhetas no focinho, caso fizesse o mesmo na Linha de Sintra... Mas vamos dissecar. Tentando imaginar essa situação, numa zona do país que mistura mais raças que a Luciana Abreu, começo já por dizer que até os revisores são seres altamente treinados para lidar com situações extremas. Já estou a imaginar um jovem com um machado e uma faca no bolso, a tentar tirar um bilhete nas máquinas automáticas onde bate o sol de tal forma, que a menos que um obeso se aproxime e provoque um eclipse, fazer com que o tão desejado bilhete seja impresso, seja logo a primeira tarefa difícil para o agressor. Passado este primeiro obstáculo, temos os torniquetes ou portas em acrílico. Aqui a velocidade é fundamental. O tempo entre meter o bilhete e o tempo que a porta depois demora a fechar, faz com que um homem com ejaculação precoce se sinta num acto tântrico. E isto sem contar com o peso de um machado. Passadas estas portas, surgiria a dúvida clássica: Em qual das linhas se apanha o comboio? Simples, basta olhar para os monitores e contemplar os ecrãs levemente apedrejados, certamente por jovens fofinhos e delinquentes. Descoberta em qual das linhas passa o comboio desejado, o jovem armado com um machado teria mais um degrau na sua saga: O revisor. Esse ser implacável, que não tem dó nem piedade em abordar as pessoas e exigir um comprovativo que a viagem tenha sido realmente paga. E neste caso aplicaria uma taxa ao machado. Mesmo que o jovem tentasse a fuga ao revisor, relembro que a preparação física deles estão ao nível da nossa Mamona. Quem não sabe quem é, evitem pensamentos badalhocos e vão-se informar. Para além disso, os revisores têm os testículos do maior que existe, até porque estão habituados à meiguice dos gangues da Linha Sintra, e convenhamos...  O que é um machado, ao pé de um arrastão multicultural? Aos que possam ter ideias parecidas, apenas aviso que para além dos nossos comboios serem altamente seguros contra bestas destas, até porque os utentes são bem mais perigosos, quanto mais não seja às seis da tarde quando o grau de fedor das axilas atinge picos que elevam a taxa de suicídio em transportes; no nosso país desde pequeninos, todos aprendemos a música que coloquei no título. Aposto que ficaram estupefactos... Sim, todos temos um lenhador em nós desde que nascemos... Pelos menos dois, no caso do Malato. Sugiro que ouçam novamente a música prestando atenção à letra e cantem-na com se fosse um hino, aquilo é violência pura! Para os que não sabem, havia sangrentos confrontos entre os apoiantes de duas músicas: Minha Machadinha versus Uma Árvore um Amigo. Por isso, aproveito para dizer que a Linha de Sintra e os portugueses em geral são ossos duros de roer!
 
Bem hajam!

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