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Pensador

Pensador

Saga Ensonada

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Olá a todos!
 
Está bem tudo bem convosco? Dormiram descansadinhos, enquanto babavam as vossas almofadinhas? Eu não! E é por isso que me lembrei de escrever este texto. Conhecem aquela sensação de que têm de dormir bem, e a meio da noite a bexiga vos provoca um despertar súbito, interrompendo aquilo que estava a ser um descanso absoluto? Era assim que eu estava meus amigos... Ainda assim consegui não abrir os olhos, e pensar rapidamente: "Não vais abrir os olhos, nem acender luzes. Não podes pensar muito, para depois de ires fazer a número um, voltares a enfiar a cabeça na almofada. Podes dar um pontapé na esquina da cama, ver estrelas enquanto viras o dedo ao contrário, que ainda assim não vais acordar completamente". Disse isto a mim próprio, ao mesmo tempo que ouvi uma pancada seca na porta do quarto que me gelou... Não fosse ter visto demasiados filmes de terror, ainda ponderava se seria o gato. Primeiro abrir de olhos forçado, enquanto voltava para ir buscar o Smartphone... Primeiro erro, olhei para as horas e pensei logo que teria de voltar a dormir rapidamente, pois o tempo avançava até chegar a hora do despertador tocar. Nunca se olha para um relógio meus amigos, a partir do momento em que percebem que horas marcam, os segundos andam mais depressa! Nunca se pressiona um relógio com o olhar, nunca. Dito isto, corri rapidamente para a glória de despejar a bexiga, coisa que fiz com afinco, e corri de novo para a cama... Não sem antes dar um pontapé em algo... Sei que não era o gato, fiquem descansados... Mas foi o suficiente para meter a unha para dentro. Enquanto me aconchegava nos lençóis novamente, ouvi um som que me deixou petrificado... Alguém do prédio tinha acabado de dar um pum (sim leram bem) capaz de meter todo o Daesh em sentido! Garanto-vos que aquele poder sonoro, é merecedor de um aplauso de glória... Não é para todos meus amigos! Senti o meu coração disparar... Temi pela minha segurança e do meu meu gato... Mas sobretudo do prédio! Não temos construções capazes de aguentar muitos daqueles. Prometo que se o meu vizinho der outro, chamo a Proteção Civil! Ainda não refeito do estrondo sentido, chego finalmente a cabeça à almofada e quando já estou quase "do outro lado", sinto que ainda não é desta que acabam os acontecimentos. Meus caros, o meu gato à noite tem o dócil e gracioso andar do Godzilla. Sobretudo quando está em cima das minhas costelas. Será que posso dormir? Só falta me cair o tecto em cima... Passado um pouco, lá consegui adormecer... Enquanto levava numa perna, com o abanar de cauda do meu doce gatinho, e com o seu ronronar que provoca mais tremores que uma concentração de doentes de Alzheimer.... Isto para não dizer que o bichano dorme mais tempo do que o dia tem de horas.
 
Bem... vou indo... Vou trabalhar que é para abrir a pestana! Isto enquanto o gato dorme como sempre e os vizinhos dão largas à sua capacidade de encher a atmosfera com metano.

Aqui só Para Ti

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Olá a todos!
 
Altura de Revivalismo e da recuperação de um texto que tem uns tempinhos, mas que ainda não cheira a bafio!
 
E como podem perceber pelo título não vou falar de mim, se bem que também estou aqui, vocês aí... Enfim, cada um está no seu sítio. Depois deste avassalador início de raciocínio lógico para uns, mas extremamente parvo para outros, vou desta vez escrever sobre um dos temas do momento. Não, não estou a falar do novo capachinho do José Cid mas sim da nova dentição da Maria Leal. Muitos se vão perguntar quem é afinal Maria Leal, outros até sabem quem é mas questionam a importância deste tema. Aos primeiros, respondo que é o cruzamento entre uma preguiça e um bengaleiro em promoção do IKEA... Aos segundos, espero ter com esta explicação quanto ao coito entre duas coisas improváveis, ter prendido a vossa atenção. Quero sobretudo dizer tudo o que acho e sinto à Maria, por isso peço que apenas leiam e tomem isto como o conselho para a vossa vida. Maria, sei que pensavas que as pessoas te iam ver à Discoteca cantar por causa do teu talento. A primeira pergunta que devias fazer é se tens esse talento. Não tens, não para cantar. Talvez consigas fazer rir com as tuas actuações, uma plateia de desempregados acabados de sair de um tratamento de diálise enquanto eram sodomizados por um cavalo albino, talvez consigas com um sorriso teu fazer com que todos os refugiados possam sair do nosso país, esquecendo os subsídios que o nosso governo se dispõe a lhes pagar... Mas cantar não sabes. Sei que é chocante, mas temos de ser sinceros. Pensavas que te iam ver para aplaudir a tua dança, mas não. O aplauso é apenas o complemento do riso, pois a energia libertada com os teus movimentos de alguém ligado ao desfibrilador, são suficientes para provocar uma gargalhada acompanhada do rebentamento de um vaso sanguíneo. Maria, as pessoas iam ver-te para se rirem e tu metes dentes novos? Apesar de não conseguires com a original dentição, ela era o teu ganha pão! Há coisas que não fazem sentido, é como se tivesses aberto um Shopping Center no Cercal! Podes sempre usar o corpo para tentar ganhar a vida, mas olha que mesmo assim tenho as minhas reservas. É que o teu corpo remete-me para um espectáculo falhado de magia, em que realmente serraram a menina na caixa... Mas montaram-te as peças ao contrário! Foi isso que aconteceu, não foi? Sei apenas que deste um tiro no pé... Se mudares de ideias pede ao Ronaldo que te acerte com um "Tomahawk" nos dentes e voltas a facturar! Pensa sempre que o céu é o limite, sobretudo com o teu peso.
 
Bem hajam!
 

Fabriquem Betos

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Olá a todos, como está essa saúdinha?
 
Como vocês devem saber, tem havido um crescimento dos casos de "bullying", palavra pomposa para uma coisa tão simples chamada selecção natural. Quantos de nós não passámos pelo mesmo, quer tenha sido do lado do “bully”, mais uma palavra pomposa, quer tenha sido do outro lado. Mas o que também sei é que o que difere muito de há uns anos a esta parte, é o número de casos. E eu sei porquê! Depois de uma análise cuidada, cheguei à conclusão de que a culpa é dos “betos” e do seu progressivo desaparecimento. “Beto”, essa espécie com que tantos de nós gozávamos e que hoje em dia tanta falta fazem. Qualquer pessoa há uns anos quando queria desentorpecer os ossos, fazia uma destas duas coisas meiguinhas: ou massacrava um cromo, ou desancava um “beto”. Ah... Aquelas camisolas ou “pullovers” ao pescoço com aquele “nózinho” todo certinho... E aquele cabelo que dá vontade de tentar desfazer à lei do palmadão... Ah! E não esquecendo nunca as restantes peças de roupa, que tinham sempre de ter uma âncora, nem que fosse só na etiqueta ou numa baínha! E não, não me esqueci do típico sapatinho de vela, esse supra-sumo da moda, que faz apetecer largar uma bigorna em cima das unhas de quem os usa. Só de lembrar até dá vontade de voltar ao passado! Alguém me empresta um DeLorean só para ir ali espancar um “betinho”? Eu já devolvo. Até digo mais! Deviam haver à venda “betos” no supermercado, deviam fazer parte das promoções das grandes superfícies. Todos devíamos poder ter um no bolso, para sempre que necessário poder dar-lhe uns tabefes e umas rajadas de galhetas refrescantes e revigorantes para o nosso espírito. O próximo passo seria poder colocar as despesas do “beto” no IRS.
 
Fabriquem “betos” e seremos novamente um povo tranquilo! Bem hajam!