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Pensador

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Reflexões Académicas

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Olá a todos!
 
Ah… Um dos temas que mais gosto de abordar é o da Educação, ou a falta dela. 
Como eu queria que no meu tempo fosse assim. 
Ir para a Escola e em vez de levar com coisas aborrecidas, ver pais a espancarem os professores no meio da sala! 
Ah... Os trabalhos manuais no meu tempo iam desde esculturas com plasticina, a pintar com canetas de filtro... Até a tinta passar para o tampo da mesa. 
Hoje em dia um trabalho manual é quando se consegue fazer com que uma bojarda acerte no professor, consiga fazer uma gota do seu sangue chegar à parede do outro lado da sala, e se cair no chão não conta e certamente chumba-se o ano. 
Passando para o Ensino Preparatório, lembro-me no meu tempo a alegria que havia quando não tínhamos uma aula e podíamos ir fazer vários jogos, que a única coisa que tinham de emocionante, era quando algum de nós ia parar à enfermaria da escola nem que fosse com um pião espetado no peito do pé! Hoje em dia para passarmos o ano e cairmos nas graças dos professores, o mesmo pião tem de ser espetado no meio da testa... Depois de espetado o pião, tem de se desatar à galheta no “Soutor” e se o pião cair entretanto, é nega garantida! Por isso, meninos ouçam o que vos digo: Espetem uma cavilha no vosso pião e as vossas notas serão sempre altas. 
Depois vem o Liceu, altura em que o aproveitamento vem da quantidade de faltas que se consegue dar, e da interação que se tem com os colegas sobretudo nas traseiras do Colombo e atrás dos pavilhões, à base de rajadas de galhetas e espancamentos épicos capazes de tornar o Paco Bandeira num menino de coro no que ao tau tau diz respeito. 
De resto é uma fase aborrecida... Até se ir para a Universidade. Ah essa bela meta! Finalmente podemos estoirar o dinheiro todo dos nossos pais tendo ainda por cima o respeito deles... Momento em que andar completamente encharcado ou embriagado passa a ser um orgulho na família, desde que andemos de capa. 
E depois vem o auge do orgulho familiar... O momento em que se consegue concluir o curso!  Aquele belo momento, em que as capacidades do indivíduo esperam ser testadas ao máximo aplicando todo o conhecimento adquirido. Se bem que a maioria apenas se lembre de que misturar bebidas pode cair mal. 
Sem me alongar muito mais, e tendo em conta os dias que correm, tirar um curso superior é como ir ao supermercado e esquecer metade dos sacos na caixa! 
É que pagamos sempre muito, mas só trazemos metade do que se pagámos.
E tenho uma palavra de esperança para os recém diplomados: Bem-vindos ao mundo do trabalho, mas sobretudo ao mundo do desemprego. O meu conselho? Apliquem o que aprenderam na Universidade e bebam até cair, ou até que os vossos pais vos levem para casa novamente.
 
Nunca desanimem, pensem nas coisas boas da vida, ou nas que não se pagam!
 
Bem hajam!
 

 

Papamóvel

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Olá mais uma vez!
 
Muito se fala de igreja, Religião, do Papa e do seu papamóvel. 
Deixem-me dizer que é tudo tanga, tudo! 
O verdadeiro Papamóvel é outra coisa e não custa 2 milhões de euros, pelo que aconselho a requisitar o serviço, quando não vos apetece cozinhar.
 
Bem hajam!
 

 

Aliens à Padeirada

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Olá a todos!
 
Mais uma opinião estúpida deste vosso amigo! Pois é… 
É com imensa pena que digo que, o cinema português continua sem atingir a qualidade que vemos no estrangeiro. Ainda assim, melhoramos a cada ano que passa. No entanto, deixo aqui uma ideia que poderá vingar. 
Estamos numa época em que, está na moda fazer remakes de sucessos, sobretudo dos anos 80. A minha ideia é mesmo essa, pegar num sucesso de bilheteira e refazê-lo, adaptando-o à nossa realidade e história. 
E perguntam vocês mas que raio estou eu para aqui a dizer? Não sei, mas como tomei os medicamentos em jejum, “bateram” mais! 
Mas retomando a conversa parva, sugiro que se faça um remake desse filme chamado “Aliens”. 
No papel das simpáticas criaturas teremos todos os elementos da Assembleia da República e Governo, acompanhados pelo corpo da Troika. 
Já o papel de raínha dos “monstros” teríamos como não podia deixar de ser, a besta nazi, Angela Merkl! 
No papel dos coitados dos humanos, soldados ou não, teríamos o povo português liderado pela Padeira de Aljubarrota, que faria de Ripley. 
Para quem quiser continuar a ler este texto, é favor enviar-me mail a solicitar o NIB, que tudo gratuito não pode ser!
 
Bem hajam!