Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Pensador

Pensador

Minha Machadinha

2017-03-13-15-53-45.jpg

Olá a todos! 
 
Não vos vou falar da música infantil como estão certamente a pensar, pelo menos para já. Vamos focar-nos noutro ponto: Nos ataques do autoproclamado estado islâmico, sobretudo no ataque à machadada num comboio na Alemanha. As vítimas são basicamente chineses, e não existem mortos a lamentar. Caso houvessem, bastava um casal de chineses e meia hora livre e recuperava-se o número. Começo por dizer que um jovem de 17 anos armado com um machado, era capaz de levar duas ou três galhetas no focinho, caso fizesse o mesmo na Linha de Sintra... Mas vamos dissecar. Tentando imaginar essa situação, numa zona do país que mistura mais raças que a Luciana Abreu, começo já por dizer que até os revisores são seres altamente treinados para lidar com situações extremas. Já estou a imaginar um jovem com um machado e uma faca no bolso, a tentar tirar um bilhete nas máquinas automáticas onde bate o sol de tal forma, que a menos que um obeso se aproxime e provoque um eclipse, fazer com que o tão desejado bilhete seja impresso, seja logo a primeira tarefa difícil para o agressor. Passado este primeiro obstáculo, temos os torniquetes ou portas em acrílico. Aqui a velocidade é fundamental. O tempo entre meter o bilhete e o tempo que a porta depois demora a fechar, faz com que um homem com ejaculação precoce se sinta num acto tântrico. E isto sem contar com o peso de um machado. Passadas estas portas, surgiria a dúvida clássica: Em qual das linhas se apanha o comboio? Simples, basta olhar para os monitores e contemplar os ecrãs levemente apedrejados, certamente por jovens fofinhos e delinquentes. Descoberta em qual das linhas passa o comboio desejado, o jovem armado com um machado teria mais um degrau na sua saga: O revisor. Esse ser implacável, que não tem dó nem piedade em abordar as pessoas e exigir um comprovativo que a viagem tenha sido realmente paga. E neste caso aplicaria uma taxa ao machado. Mesmo que o jovem tentasse a fuga ao revisor, relembro que a preparação física deles estão ao nível da nossa Mamona. Quem não sabe quem é, evitem pensamentos badalhocos e vão-se informar. Para além disso, os revisores têm os testículos do maior que existe, até porque estão habituados à meiguice dos gangues da Linha Sintra, e convenhamos...  O que é um machado, ao pé de um arrastão multicultural? Aos que possam ter ideias parecidas, apenas aviso que para além dos nossos comboios serem altamente seguros contra bestas destas, até porque os utentes são bem mais perigosos, quanto mais não seja às seis da tarde quando o grau de fedor das axilas atinge picos que elevam a taxa de suicídio em transportes; no nosso país desde pequeninos, todos aprendemos a música que coloquei no título. Aposto que ficaram estupefactos... Sim, todos temos um lenhador em nós desde que nascemos... Pelos menos dois, no caso do Malato. Sugiro que ouçam novamente a música prestando atenção à letra e cantem-na com se fosse um hino, aquilo é violência pura! Para os que não sabem, havia sangrentos confrontos entre os apoiantes de duas músicas: Minha Machadinha versus Uma Árvore um Amigo. Por isso, aproveito para dizer que a Linha de Sintra e os portugueses em geral são ossos duros de roer!
 
Bem hajam!